Thursday, July 21, 2005

Yeah, right...!


Nota: cliquem na imagem se estiverem mesmo interessados em ler o texto. Tentei ampliá-la, mas das duas, uma: ou este servidor é uma boa m**** ou os meus conhecimentos de informática estão em decadência... Anyway, vá...cliquem lá e deliciem-se, rapazes! Encontraram uma boa (?) desculpa para justificar perante as vossas namoradas o porquê de não conseguirem deixar de se babar por qualquer par... :P

Monday, July 18, 2005

Momento Zen

Advogado Competente

Dois ucranianos caminhavam pelo passeio da Avenida da Liberdade, no regresso de um dia inteiro de trabalho, quando um Advogado, que vinha a toda velocidade no seu carro importado, atropela os dois. Um deles atravessou o pára-brisas e ficou dentro do carro do Advogado, enquanto o outro voou para bem longe, a uns dez metros do local do atropelamento.
Três meses depois, eles saíram do Hospital e, para surpresa geral, foram direitinhos para a cadeia. Um por invasão de propriedade e o outro por ter fugido do local do acidente.

Sunday, July 17, 2005

29 coisas cruéis para se dizer a um homem nu


01. Já fumei charros mais grossos que isso.
02. Ahhhh, tão gira.
03. Era melhor ficarmos pelos beijinhos.
04. Sabes, há cirurgia correctiva para isso.
05. Fá-la dançar.
06. Posso pintar-lhe um smiley?
07. Uau, e os teus pés são tão grandes.
08. Não faz mal, podemos ser criativos.
09. E guincha se eu a apertar?
10. Oh não... Uma enxaqueca...
11. (risinho e apontar)
12. Posso ser sincera contigo?
13. Tão querido, trouxeste incenso.
14. Isto explica o teu carro.
15. Talvez cresça se o regarmos.
16. Por que me terão os deuses castigado?
17. Pelo menos isto não vai durar muito.~
18. Nunca tinha visto um assim.
19. Mas funciona na mesma, certo?
20. Parece ter tão pouco uso...
21. Talvez fique mais favorecida com luz natural.
22. E se passássemos já para os cigarros?
23. Estás com frio?
24. Se me embebedares a valer primeiro...
25. Isso é uma ilusão de óptica?
26. O que é isso?
27. Ainda bem que tens outros talentos.
28. E traz bomba de ar?
29. Então é por isto que se devem avaliar os homens pela sua personalidade...

Tuesday, July 05, 2005

Um blog...(there's more beneath the eye...)

"A atracção da escrita dos blogues está na sua espontaneidade e liberdade. São reacções genuínas e algo "epidérmicas", daquelas que temos numa conversa entre amigos. Mas a sua publicação dá-lhes a importância de uma mensagem pública. Ficamos prisioneiros de uma opinião que, frequentemente, não é totalmente reflectida. Uma coisa é uma reacção instantânea, outra é uma opinião de fundo. Nos blogues, os dois confundem-se. É aí que está o seu risco, mas também parte do seu interesse." (Miguel Poiares Maduro)


Por isso é que, às vezes, num gesto irreflectido, como que num movimento reflexo ao que acaba de se passar na nossa vida, escrevemos o que nos vai na alma, em jeito de desabafo, na vã esperança de tirar cá para fora aquele peso que nos corrói e consome, para mais tarde, depois da poeira assente, vir a constatar que talvez tenhamos ferido susceptibilidades ou até mesmo sentimentos (daqueles que os tenham...). Para no rescaldo do ataque suicida nos pesar a consciência e nos invadir um arrependimento profundo, embora misturado com aquela sensação de dever cumprido ("já me vinguei; meti a 'boca no trombone', disse a quem quisesse saber o que pensava sobre o assunto...agora é cada um por si! O blog é meu, escrevo o que quiser!"). Esse arrependimento resulta quase sempre no mesmo..."pá... não devia ter escrito aquilo...muito menos torná-lo público...o que é que vão pensar?... Tiro o post, não tiro... limito-me a editá-lo... suavizo a coisa... corto umas frases...Não! Deixo assim! Quem se sentir ofendido.... ora, pois paciência!". Mas acaba-se por ir, de mansinho, ao blooger retirar o fruto da discórdia da árvore que lhe dá vida. Post fora! E pedido de desculpas sub-entendido, implícito na simples inexistência do texto inicial a partir daquele momento. Sim, porque mais vale viver numa paz podre que em guerra aberta...

Friday, June 24, 2005

"Ministra diz-se normal, logo erra."


Assistindo à emissão do Jornal Nacional da TVI do dia 23 de Junho de 2005 não consegui conter o espanto ao verificar que, ao contrário do esperado, o Governo português conseguiu descer ainda mais baixo e mostrar-se mais incompetente do que tem feito até então. O Governo de Sócrates tem-se mostrado uma escolha infeliz por parte dos portugueses que, invariavelmente, se mostram susceptíveis de ser ludibriados por falsas e utópicas promessas. A fraca prestação de Sócrates até ao momento revela-se não tanto nas discutíveis medidas tomadas no âmbito do Trabalho e da Segurança Social, com o intuito, parece-me, de se repercutir na Economia portuguesa (tentativas infudadas, a meu ver...), mas sim nas fracas opções tomadas a nível dos seus representantes.
Choca-me ouvir uma senhora, em princípio conhecedora da Lei e cuja obrigação principal enquanto membro de um Governo consiste em dominar o teor das matérias tratadas na Constituição da República a que respeita, vir a público reconhecer que cometeu um erro (atitude de louvar) e piorar gravemente a situação “enterrando-se” como jamais ouvi um representante de um cargo político fazer. A respeitável Sra. Ministra da Educação terá dito, no âmbito da reportagem passada pela TVI, e passo a citar: "é um tribunal de Ponta Delgada, não é um tribunal de Lisboa, nem respeita à República Portuguesa.". Os Açores não são parte da República Portuguesa?! São espanhóis, porventura... Para a dita Senhora segue um recado: consta expressamente do art. 5º da Constituição da República Portuguesa que "Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipélagos dos Açores e da Madeira.", sendo que o regime político-administrativo das ditas Regiões se encontra disposto na mesma Lei Fundamental, mas não está prevista (ainda) a sua não sujeição às leis estaduais e, como tal, OS TRIBUNAIS AÇORIANOS SÃO, EFECTIVAMENTE, PARTE INTEGRANTE DO SISTEMA JUDICIÁRIO PORTUGUÊS!
Deixa-me ainda mais desanimada verificar que os ditos grandes senhores deste país que poucas perspectivas de futuro me traz conseguem demostrar ainda mais ignorância que os infelizes alunos do 12º ano que, ultimamente, se têm debatido com o problema das greves, pondo em causa o resultado dos seus exames e, consequentemente o seu futuro académico. Se a educação em Portugal, a par de tantos outros aspectos, se encontra pelas ruas da amargura, sendo que tão maus resultados a nível de disciplinas tão relevantes como a Matemática e a própria Língua Portuguesa (!) se vêm agravando de ano para ano, o que dizer desta geração de governantes que, ao invés de nos (ao país, enquanto cidadãos globalmente considerados) incentivar a construir um futuro melhor, independentemente dos sacrifícios que forem necessários fazer, só nos rebaixam perante o resto da Europa, evidenciando de dia para dia a mediocridade em que nos deixámos cair? Pior, uma geração de responsáveis políticos que retira quaisquer esperanças aos jovens que, como eu, procuram ter uma voz activa no que diz respeito às opções tomadas a nível nacional e que têm importantes repercussões na sua vida, principalmente numa perspectiva a longo prazo. Esse desacreditar crescente no Estado português alia-se, infelizmente, à vergonha que sinto dos símbolos nacionais; vergonha de toda uma comunidade que continua, tal como no Estado Novo, agarrada à cultura do Fado, Futebol e Fátima e que me embaraça perante o resto do mundo quando personagens importantes se esquecem que determinadas regiões do país continuam a fazer parte do seu território e, por isso mesmo, sob a sua responsabilidade, insistindo em tratar os insulares como portugueses de segunda, meros apêndices e até um encargo para os cofres do Estado.
E se Durão Barroso fosse para a Comissão Europeia dizer que a Alemanha não é parte integrante da Europa...?

Saturday, June 11, 2005

Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!

Ler é maçada,
Estudar é nada.O sol doira
Sem literatura.O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

E mais do que isto
É Jesus Cristo
Que não sabia nada de finanças
nem consta que tivesse biblioteca...


Fernando Pessoa


Em época de exames nada melhor me ocorre para partilhar. Pessoa, na sua essência e inteligência leu-me, precocemente (com um século de antecedência), os deturpados pensamentos...
Com tanto sol e calor porque é que tenho que ficar fechada em casa a estudar Direito??! Bem sei que JC não precisou saber contabilidade, mas Salazar, sim. E ainda por cima era advogado. Por isso...carrego a minha cruz...

Wednesday, May 25, 2005

Carlinha Posted by Hello